
Se um deles pudesse se fazer ouvir, com certeza nos diria:
"Meu nome não é pernil, nem bacon, nem mortadela, nem linguiça, nem presunto. Eu sou um PORQUINHO e QUERO VIVER, tanto quanto VOCÊ!"
"A grande dificuldade em se sentir empatia por quem não conhecemos explica também em parte por que motivo ainda há tantas pessoas que dizem respeitar os animais, mas continuam a comê-los. Certamente, a maioria das pessoas seria incapaz de continuar a comer animais se associasse aquilo que tem no prato a um rosto ou à personalidade de um ser único e insubstituível.
Um ser tão único e tão merecedor do nosso respeito como os cães ou os gatos com que convivemos de perto e que jamais conceberíamos explorar para nossa alimentação."
http://weeacbrasil.blogspot.com/2011/11/repensando-perspectivas-as-vesperas-do_26.html

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